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		<title>Esculpidas por Kracjberg, em prol da natureza</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 21:45:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reportagens escrita há três anos para a Conceito AV sobre Frans Kracjberg. O polones está com sua arte-ativista em exposição no Palacete das Artes, Salvador, até 5 de junho. <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2011/04/10/esculpidas-por-kracjberg-em-prol-da-natureza/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=572&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/04/esculturas_credito-da-foto-frans-krajcberg.jpg"><img class="size-full wp-image-573" title="Esculturas em Nova Viçosa. Foto do próprio Krajcberg." src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/04/esculturas_credito-da-foto-frans-krajcberg.jpg?w=500&#038;h=195" alt="" width="500" height="195" /></a><p class="wp-caption-text">Esculturas em Nova Viçosa. Foto do próprio Krajcberg.</p></div>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align:justify;">Grandes monumentos que não só atraem, renovam. Das incessantes esculturas, uma profusão de sensações. Remetem ao deslumbre, logo de cara. Depois, aspiram a dor, revolta, impotência. Está bem, ao profundo encantamento. Emoções e sabores se emancipam na observação das fotografias aide-mémoire expostas em livros de arte e sob paredes alvas de museus, como foi visto na OCA-SP, em comemoração aos 60 anos do MAM. Retratos das destroçadas florestas brasileiras, registrados pelo perene homem de legado nervoso que, pela incansável ideologia, continuamente solidificada, aos 87 anos, não mais precisa gritar. Os ecos incomodam sozinhos, reflexo de sua obra, da trajetória, da angústia, da história, tão-somente da realidade. Frans Kracjberg, o judeu polonês naturalizado brasileiro, não chegou aqui à toa.</p>
<p style="text-align:justify;">Do que vale o invólucro sem o alimento que o sustente? Um conteúdo que  não se materializa somente na produção artística, tange Kracjberg como  sustância, mas que não faz da fome inacabada.  “Por meio de uma  poética-testemunho, a natureza torna-se um projeto estético. Desta  atitude artística, um ato revolucionário e pioneiro. A criação plástica  de Kracjberg refaz, com a natureza destruída, uma arte e um grito, sem  panfletarismo, planetário sobre a sobrevivência de todos nós, e isto  quer dizer: o futuro do mundo através da realidade de hoje”, afirma  Paulo Darzé, 53, marchand há 25 anos e único representante do artista em  Salvador.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/04/krajcberg.jpg"><img class="size-full wp-image-574" title="Krajcberg no Parque do Ibirapuera, SP, em entrevista para Claudio Leal, do Terra Magazine." src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/04/krajcberg.jpg?w=500&#038;h=282" alt="" width="500" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">Krajcberg no Parque do Ibirapuera, SP, em entrevista para Claudio Leal, do Terra Magazine.</p></div>
<p>Ávidos ou não às causas ambientais, os olhos minimamente sensíveis dividem com Frans Kracjberg a indignação pela devastação das verdes matas marrons. Justino Marinho, 59, artista plástico e crítico de arte, confirma a necessidade do artista no querer que suas obras sejam vistas com o olhar de possibilidades de renascimentos. “Cada obra de um artista como Frans Kracjberg funciona como uma frase, e essas frases, depois de reunidas, formam uma longa história sobre a batalha travada entre o homem racional e o irracional para a sobrevivência da terra”.</p>
<p style="text-align:justify;">No Manifesto do Rio Negro, formulado em parceria com Pierre Restany e Sepp Baendereck, datado em 3 de agosto de 1978, o espelho do ideal do artista, a concepção naturalista que, nele, se concretiza por troncos colhidos nas queimadas: “Essa opção não é somente crítica, não se limita a exprimir o medo do homem diante do perigo que a natureza enfrenta pelo excesso de civilização industrial e urbana. Ela traduz o advento de um estado global da percepção, a passagem individual para a consciência planetária”. Dentre tantas e tamanhas frases de livros a ele dedicados, uma chama atenção, de maneira um tanto cansada pela árdua tentativa de despertar a disciplina da consciência clamada: “Por que o homem destrói as riquezas naturais quando ele sabe que o planeta se consome e que sem elas sua própria vida será impossível?” (In: Espaço Cultural Frans Kracjberg, 2003, p.45).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Metalinguagem própria</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/04/frans-krajcberg-reproduc3a7c3a3o.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-575" title="Frans-Krajcberg-reprodução" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/04/frans-krajcberg-reproduc3a7c3a3o.jpg?w=500" alt=""   /></a><br />
</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
Usa a natureza para traduzi-la de forma particular. Um não à arte pela arte. Defensor da arte engajada, aquela em que a percepção única do realizador é maior do que ele próprio. Maior do que Kracjberg? Um equilíbrio, talvez. A dor pela<br />
perda da família entre os milhões de vítimas do Holocausto, em 1945, parece se confortar na vida que brota da terra. Um aconchego. A descoberta da natureza na fazenda Monte Alegre (PR) o reavivou, o contato tornou-se próximo em Cata Branca (MG) e íntimo em Nova Viçosa (BA), algumas de suas moradas.</p>
<p style="text-align:justify;">No percurso, entre tantos entraves, atentou aos indícios da missão, não se absteve e caminha sem parar. “Kracjberg é obsessivo com o seu trabalho. Sua força é imensa, incrível. A coragem de se manter no isolamento, na angústia, de não deixar que a madeira se acabe, de transformá-la em obra, esse poder é só dele”, descreve Justino Marinho. Mensagens de fúria e lamentação emancipadas e redesenhadas por Kracjberg, acolhidas por quem sabe o que o move e o sustenta.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>°°Matéria escrita há três anos, para a revista Conceito AV.</em></p>
<p style="text-align:justify;">OBS: Até 5 de junho de 2011, Kracjberg comemora seus 90 anos com exposição no Palacete das Artes, em Salvador. Entrada gratuita. Não perca, não!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/572/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/572/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=572&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>&#8212; Genaro de Carvalho, pós-expo.</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Feb 2011 16:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não só uma grande e merecida retrospectiva, a oportunidade de locar à luz dos olhos da nova geração o múltiplo e inconfundível fazer artístico de Genaro de Carvalho. Foi este um dos objetivos dos organizadores, em que se incluíram Nair de Carvalho, na &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2011/02/15/genaro-de-carvalho-pos-expo/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=562&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Não só uma grande e merecida retrospectiva, a oportunidade de locar à luz dos olhos da nova geração o múltiplo e inconfundível fazer artístico de Genaro de Carvalho. Foi este um dos objetivos dos organizadores, em que se incluíram Nair de Carvalho, na organização geral; realização da Secult, através da Dimus/Ipac; e curadoria de Alejandra Muñoz. Colhemos o belo texto de Alejandra para sintetizar o que foi a exposição  <strong>Genaro</strong><strong> de Carvalho &#8211; de Memória: uma Retrospectiva</strong>, que esteve no Museu de Arte da Bahia de 3 de janeiro a 13 de fevereiro. Faz bem se servir como uma pontinha de intimidade para quem não pôde estar lá para prestigiar o colorido, as formas, a alegria e a leveza desse espelho do modernismo, Genaro. Boa leitura! </p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/02/5221182531_5ec38efe3b.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-568" title="5221182531_5ec38efe3b" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/02/5221182531_5ec38efe3b.jpg?w=228&#038;h=300" alt="" width="228" height="300" /></a><br />
<em><span style="color:#000000;">Genaro foi um grafiteiro reprimido. Não? Feche os olhos e tente imaginar, na Salvador de 1950, alguém com 22 anos, recém-chegado de Paris, e um muro com 44 metros de extensão no hotel mais chique da cidade. Agora, abra os olhos e olhe para o mural do Hotel da Bahia e imagine o seu hall cheio de plantas tropcais pintadas; hoje, infelizmente perdidas.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Entre a precocidade artística e a ausência prematura, Genaro deixou um legado difícil de definir ou classificar. É possível que a maioria das pessoas que tenham alguma referência dele lembrem-se de suas tapeçarias. Genaro, porém, foi um artista abrangente e incansável, exímio pintor, desenhista exigente, talentoso muralista, designer à frente do seu tempo, e, além disso, pioneiro tapeceiro.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/02/7688.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-566" title="7688" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/02/7688.jpg?w=300&#038;h=233" alt="" width="300" height="233" /></a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Quatro décadas após a sua morte, esta mostra é, antes de tudo, uma homenagem histórica, que busca resgatar a dimensão desse homem e reconhecer o alcance de sua trajetória, quase esquecida pelos holofotes espetaculares de nossa cultura cada vez mais deslumbrada com aparência efêmeras. Mas é também uma viagem lúdica e sensual a seu universo onírico, que implica uma decupagem do olhar, transcedendo a camada mais superficial do reconhecível para se aproximar do intangível.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Como um pássaro solitário, Genaro transita entre diferentes suportes e linguagens. Enigmático, quase metafísico, vai construindo um espaço sem ilusionismos que se alimenta de elementos simples, linhas, cores planas, densas, sem veladuras, mantendo a vigência de um mundo interior que resiste ao embate do anedótico e do contingente.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Desde uma perspectiva crítica, coma permanente companhia e o carinho de Nair, identificamos temas e momentos do percurso artístico que permitem uma aproximação à produção de Genaro. Foi inevitável resistir ao mergulho no seu processo criativo, mas nos esquivamos de uma leitura cronológica que reduzisse  sua obra a um fazer sequencial, problema recorrente nas retrospectivas deste tipo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A espuma das suas primeiras marinas respingam fora do bastidor com a fartura própria de quem tenta fazer o óleo falar além da representação e da narrativa da imagem figurativa mais imediata. Essa materialidade eloquente das tintas sobre a tela contém uma energia que se canalizará, primeiro, por murais e colagens, depois, pelas intricadas fibras das tapeçarias para, finalmente, se dissepar pelos poros da pele de suas últimas mulatas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/02/5221182009_52ccc0494d_z.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-565" title="5221182009_52ccc0494d_z" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2011/02/5221182009_52ccc0494d_z.jpg?w=300&#038;h=289" alt="" width="300" height="289" /></a></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>A paleta de cores,  a fauna e a flora presentes nestas salas delineiam uma cosmogonia genariana que remete ao frescor do olhar infantil, à seduão da intimidade do artista e sua modelo e uma certa baianidade lisérgica, às vésperas da contacultura. Os grafismos de suas estampas, a estrutura das coivaras e a presença ritmada de alguns elementos sugerem uma gramática próxima de ideogramas.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>Genaro de Carvalho faria 84 anos neste último novembro, porém, no lugar do saudosismo prefiro imaginar que, enquanto Nair cuida de suas Curita e Gaudira, ele esteja grafitando as asas dos anjos.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Por Alejandra Muñoz &#8211; Curadora</strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/562/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/562/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=562&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>VISIO. Mote colaborativo faz arte visual.</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 20:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Andrea May]]></category>
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		<description><![CDATA[De cada um dos 24, linguagens, conceitos. O projeto Visio. prõpoe que criações fragmentadas, unitárias, gerem a arte de um coletivo. Ou seja, o ambiente é de todos, dos artistas, dos visitantes. Mais uma etapa do Visio, a I Mostra &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/10/11/visio-atelier-coletivo-de-artes-visuais/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=553&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/dsc04587.jpg"><img class="size-full wp-image-554  aligncenter" title="DSC04587" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/dsc04587.jpg?w=500&#038;h=374" alt="" width="500" height="374" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">De cada um dos 24, linguagens, conceitos. O <a href="http://visioponto.blogspot.com/" target="_blank">projeto Visio</a>. prõpoe que criações fragmentadas, unitárias, gerem a arte de um coletivo. Ou seja, o ambiente é de todos, dos artistas, dos visitantes. Mais uma etapa do Visio, a I Mostra Itinerante de Artes Visuais, foi iniciada ontem, quarta-feira (6), na Pizzicato Pizzeria e lá permanece até o dia 20 de outubro. Uma combinação de desenhos, pinturas, fotografias, instalações e vídeos, confeccionados por artistas veteranos e novatos, sem dispensar a participação do público. Na entrevista abaixo, Andrea May, idealizadora do conceito, da curadoria e da criação, nos conta mais um poucos da construção da exposição e das motivações do VISIO. Vamos ao papo!</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♣ A Visio. tem dois meses de produção coletiva em artes visuais e já realiza a segunda exposição? Quem participa do coletivo e qual o objetivo maior? Renovação de linguagem, de estética?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O VISIO. Atelier Coletivo começou em setembro e está indo para a sua terceira edição no ICBA.  Paralelamente, articulamos ações diversas como foi o caso da I Mostra Itinerante de Artes Visuais VISIO, em cartaz na galeria da Pizzicato, um espaço novo e bem intencionado com as artes em geral. Desta forma, buscando espaços e alternativas para exposições e eventos colaborativos, estamos sedimentando ainda mais o terreno para nossas experiências e criações sejam elas individuais ou em grupo. É uma das metas prioritárias deste projeto.  A participação é rotativa, alguns artistas podem ser considerados residentes e os convidados que se renovam a cada edição.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/dsc04673.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-556" title="DSC04673" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/dsc04673.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" /></a><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/dsc04503.jpg"></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♣</strong> <strong>Nesta segunda edição, 24 artistas compõem a exposição. Qual critério une a escolha destes artistas e o que eles, em geral, têm de peculiaridade para serem indispensáveis?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sim, foram 24 de linguagens diversas. Essa é a tônica. Ilustradores, fotógrafos, videoartistas, designers, pintores, performers juntos formando um só núcleo, uma bolha que se alimenta de inspiração para produzir ou apenas reproduzir durante uma tarde inteira, sob olhares curiosos e instigantes. Uma situação nova para muitos participantes que são selecionados pela estética da livre interpretação.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-555" title="DSC04503" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/dsc04503.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" /></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♣ A exposição parte de um conceito especifico ou é um espaço coletivo de criações individuais?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O conceito é colidir idéias e estilos, gerar possibilidades, podendo estas resultarem em obras isoladas ou coletivas. E, caso não seja neste dia, podem vir em parcerias futuras.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>♣ Dentre os 24 nomes, há algum que você queira destacar?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Ahhh, difícl citar alguém que se destaque. Lógico que tem os com mais experiência: Anita Dominoni, Bruno Marcello, Iansã Negrão, Silvis; e os que estão começando, descobrindo novos caminhos como Nely Oliveira, Tuti Minervino, Flávia Bomfim.</p>
<p><strong>♣. E qual a próxima etapa do Visio?</strong></p>
<p>Realizar a terceira edição, dia 06 de novembro e quem sabe circular por aí. Recebemos um convite para uma edição no Recôncavo Baiano, estamos conversando. Será maravilhoso se pudermos travar esse diálogo visual com artistas e comunidades diferentes. Novidades em breve no nosso blog: http://visioponto.blogspot.com/</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>°°Pizzaria Pizzicato</strong> Alameda das Carolinas, 9B, Caminho das Árvores (próximo à rua do canal) / tel: 3358.0172</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/553/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/553/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=553&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Memórias lusobrasileiras inspiram arte em AC</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 19:38:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Busca]]></category>
		<category><![CDATA[AC]]></category>
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		<description><![CDATA[Como um brasileiro autêntico, a árvore genealógica de Anderson Cunha, o soteropolitano “AC”, tem imbricações bem articuladas entre África, Brasil e Portugal. Em um processo de arte e resgate familiar, AC confeccionou “A Busca &#8211; Residência Artística itinerante em Portugal”, &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/10/07/memorias-lusobrasileiras-inspiram-arte-em-ac/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=546&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_547" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/proces_stencil4-18.jpg"><img class="size-full wp-image-547" title="Proces_Stencil4 (18)" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/proces_stencil4-18.jpg?w=500&#038;h=332" alt="" width="500" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Painés em stencil, em A Busca,  de AC</p></div>
<p style="text-align:justify;">Como um brasileiro autêntico, a árvore genealógica de Anderson Cunha, o soteropolitano “AC”, tem imbricações bem articuladas entre África, Brasil e Portugal. Em um processo de arte e resgate familiar, AC confeccionou “A Busca &#8211; Residência Artística itinerante em Portugal”, em cartaz de 1° a 31 de outubro no Convento de São Francisco, em Montemor-o-Novo, Portugal. A vernissage recebeu elogios do tipo &#8220;Baita fiche, porreira pá!&#8230; Muito Giro&#8221;, brinca.  AC chegou lá em 6 de outubro, a convite da Associação Cultural Oficinas do Convento, em Montemor-o-Novo, com incentivo da Fundação Cultural do Estado da Bahia. Vamos à entrevista?</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/est_parque-244.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-548" title="Est_Parque (244)" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/est_parque-244.jpg?w=500&#038;h=332" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>♣ Já havia estado em Portugal? Se não, encontrou o que imaginava?</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Está é a 1ª vez, que venho a Portugal e encontrei, de certa maneira, o que procurava.  Mas a minha busca ser um pouco densa, pois é um processo de análise e cruzamento de dados ligados às origens de minha família, o que requer uma continuação. O que mais me surpreende em Portugal é o povo português e sua cultura, que, de certa maneira, lembra muito a cultura nordestina, regionalista rural, a ligação deles à tradição, seja na culinária, na preservação de sua secular cultura e, sobretudo, na arquitetura, que  carrega em si muito da cultura moura (árabe).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em><strong><em>♣ </em></strong>A exposição &#8216;A Busca&#8217; parece ter sido um processo bem íntimo, que mexeu com lembranças, pessoas, lugares. Isto foi mais incômodo ou prazeroso? O processo de criação foi desenvolvido aí em Portugal?</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">Sim, realmente tem sido um processo extremamente íntimo, iniciado em 2008 após o assassinato do meu único irmão. Neste mesmo ano apresento na exposição <em>Original Vandal Style</em>, da 071 Crew, na galeria Acbeu, um trabalho de pintura e colagem de fotos e documentos antigos sobre janelas de vidro encontradas no Corredor da Vitória, concebidas especialmente para a exposição. De lá para cá venho desenvolvendo as ideias e os trabalhos.  Entretanto, a série apresentada aqui, em Portugal, foi toda desenvolvida durante esta minha estadia a partir imagens que obtive no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em><strong><em>♣ </em></strong>Em meio à sua história, quais aspectos foram levados em conta para compor o enredo da criação, quais os personagens e que mensagem quis transmitir em seus posteres e graffitis?</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">As histórias contadas por minha mãe sobre as origens de nossa família em Portugal, que fogem para o Brasil por questões políticas, e a maneira como se estabeleceram as tradições preservadas e as rupturas familiares, que foram e tem sido o &#8220;mote&#8221; de desenvolvimento destes trabalhos. Meus pais faleceram em um curto espaço de tempo, no intervalo de um ano e meio e meu irmão foi brutalmente assassinado. Me vi sozinho, sendo o guardião de uma história que, se não fosse contada e preservada, se perderia, assim como muitas outras que também foram perdidas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/546/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/546/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=546&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Proces_Stencil4 (18)</media:title>
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			<media:title type="html">Est_Parque (244)</media:title>
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		<title>A Pintura, por Almandrade</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 13:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[    A pintura passou a ser uma forma de restauração da tela. Atrás da superfície branca, onde a mão e o raciocínio vão agir, habitam muitas sombras, formando uma paisagem obscura, que escondem alguns conflitos da visualidade. A tela é &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/10/06/a-pintura-por-almandrade/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=535&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_536" class="wp-caption aligncenter" style="width: 290px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/almandrade-2000-carnaval-de-wittgenstein.jpg"><em><img class="size-full wp-image-536" title="Almandrade-2000 carnaval de wittgenstein" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/almandrade-2000-carnaval-de-wittgenstein.jpg?w=500" alt=""   /></em></a><p class="wp-caption-text">Carnacal de Wittgentein (2000), por Almandrade</p></div>
<div><em> </em><em> </em></div>
<div id="attachment_538" class="wp-caption aligncenter" style="width: 260px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/almandrade-1997-uma-janela-para-pintura1.jpg"><img class="size-full wp-image-538" title="Almandrade-1997 UMA JANELA PARA PINTURA[1]" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/almandrade-1997-uma-janela-para-pintura1.jpg?w=500" alt=""   /></a><p class="wp-caption-text">Uma Janela para a Pintura (1997), por Almandrade</p></div>
<p style="text-align:justify;"> <em>A pintura passou a ser uma forma de restauração da tela. Atrás da superfície branca, onde a mão e o raciocínio vão agir, habitam muitas sombras, formando uma paisagem obscura, que escondem alguns conflitos da visualidade. A tela é como um velho quadro negro, que não é mais negro, é cinza. O giz e o atrito do apagador deixaram nele cicatrizes de inúmeras  escrituras. Assim é a tela, um território com rastros de muitas inscrições. Pintar é enfrentar os fantasmas da pintura, é escavar a densidade de uma superfície que se apresenta branca, na procura de referências para construir um lugar, mesmo que seja um lugar inacabado, para estimular as reflexões do olhar. A pintura renasce de si, deixando aparecer seus sonhos e rugas, revelando dúvidas e imperfeições, dando forma ao invisível. A cor e o traço vibram e se interrogam como atributos de um suporte que abriga a encenação de uma pintura..</em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>♣ Almandrade é Antônio Luiz M. Andrade -  Artista plástico, arquiteto, mestre em desenho urbano, poeta e professor de teoria da arte das oficinas de arte do Museu de Arte Moderna da Bahia</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/535/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/535/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=535&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Almandrade-2000 carnaval de wittgenstein</media:title>
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			<media:title type="html">Almandrade-1997 UMA JANELA PARA PINTURA[1]</media:title>
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		<title>Arte e política se unem na Bienal em época propícia</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 01:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ARTESENTIDOLINGUAGEMESTÉTICASOCIEDADEDESCONSTRUÇÃOPOLÍTICA     Em Salvador, ou qualquer outra metrópole, as paisagens urbanas apresentam, aos olhos atentos, um redemoinho de tensões sociais. Com um pouco mais de sagacidade na observação, um painel de interferências artísticas ofuscam e contrabalançam percepções. Que podem te &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/10/05/arte-e-politica-se-unem-na-bienal-em-epoca-propicia/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=522&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;">ARTE</span>SENTIDOLINGUAGEMESTÉTICASOCIEDADEDESCONSTRUÇÃO<span style="color:#ff0000;">POLÍTICA</span> </p>
<p style="text-align:center;"> <span style="color:#ff0000;"><span style="color:#333333;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/cama-faroldabarra-salvador-2004-300dpi.jpg"><img class="size-medium wp-image-523 aligncenter" title="Intervenção Cama, do GIA" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/cama-faroldabarra-salvador-2004-300dpi.jpg?w=300&#038;h=198" alt="" width="300" height="198" /></a></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"> <span style="color:#333333;">Em Salvador, ou qualquer outra metrópole, as paisagens urbanas apresentam, aos olhos atentos, um redemoinho de tensões sociais. Com um pouco mais de sagacidade na observação, um painel de interferências artísticas ofuscam e contrabalançam percepções. Que podem te fazer refletir, refutar e reestruturar. É arte, afinal. Desconstrução. Colocaram, certa vez, uma cama no centro dessa cidade. Tinha um homem dormindo, despretensioso e relaxado. Estava em casa. Em volta, as pessoas se atropelavam na correria, apressados. E ele? Continuava a dormir. Bem que poderia ser só uma cama, mas foi lá locada para remeter significados&#8230; É, homens, mulheres e crianças se aconchegam nas urbes, muito embora, não relaxem na cama.</span></span><span style="color:#888888;"> </span> </p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;"> </span><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#333333;">Cama (2002) é autoria do GIA – Grupo de Intervenção Ambiental. O coletivo é fruto da Escola de Belas Artes da UFBA e suas ações se baseiam em “aleatoriedade, humor e reflexões a respeito da vida cotidiana e suas singularidades”. A combinação desses prérequisitos resulta ações pensadas para sacudir a inércia da massa e soar que sim, existem descompassos sociais. Associações como as de Cama induzem na arquiteta, doutoranda em Urbanismo e professora de História da Arte da UFBA, a uruguaia Alejandra Muñoz, tanto os delírios das inter-relações de Salvador Dalí, como o desafio artístico de enxergar o além no comum. “Não cabe à arte apontar soluções para os problemas sociais, mas incitar a reflexão e mostrar as contradições e os valores de uma sociedade”, define.</span>  </span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<div id="attachment_524" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/sculpt02.jpg"><img class="size-medium wp-image-524" title="sculpt02" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/sculpt02.jpg?w=300&#038;h=274" alt="" width="300" height="274" /></a><p class="wp-caption-text">Fonte (1917), ready-mades de Duchamp</p></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Espera </strong>Sobre artistas e expectativas, pelo menos nas ideias de Arthur Barrio, os esforços foram para que nada de “pré-fabricado” ou “arquitetônico” surtisse na sua 8° Bienal, bem pudera. Ele se mantinha na tensão da inércia à época da entrevista, convicto de que tudo o que pode fazer é situar o leitor numa dimensão externa ao espaço do evento. Português nato e vivente do Rio de Janeiro, Barrio tem energia antropofágica, que alarma desatinos sociais desde as décadas de 1960 e 1970, com\obras-referências, como Trouxas Ensanguentadas (1969) e Trabalho/Processo 4 dias 4 noites (1970). Barrio, artista dos “resíduos do mundo”, despreza os paralelismos – arte/política, moderno/vanguarda -, crê no gesto político da arte, só. “Penso que hoje essa confluência/des-confluência é um discurso-opinativo ultrapassado. Vivemos isso sim numa grande confusão ou caos, como queira, acho melhor assim”.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><strong>Passos à Bienal </strong><em>Há sempre um copo de mar para um homem navegar</em> &#8211; A frase, colhida de Invenção do Orfeu, do poeta alagoano Jorge de Lima, pode ser uma quimera, um estímulo generoso à imaginação, um apelo à superação e um mote para criar. Tão por isso é o pré-texto inserido pelos curadores para uma das maiores coletâneas artísticas do mundo. A 29° Bienal Internacional de São Paulo, desde a concepção, mergulha profundamente nesse mar que movimenta significados. Foram dois que a atiraram lá, Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, recifense e mineiro, críticos, pesquisadores e curadores de arte.<br />
As acepções do verso de Jorge Lima são tentações para Moacir e Agnaldo. “A frase oferece a capacidade de navegar, sonhar, produzir, ultrapassar e são muita as camadas, inclusive religiosas, mesmo num terreno limitado, que é o que os artistas fazem”, explica Agnaldo. Para um deleite pleno que começou em 21 de setembro e segue até 12 de novembro, dois co-curadores injetaram mais ar na Bienal: a venezuelana Rina Carvajal e a sul-africana Sarat Maharaj. Outros três ajudaram, tamanha a profundeza trilhada, são os correspondentes Fernando Alvim, Yuko Hasegawa e Chus Martinez.<br />
O verso foi dado. Mas é a entrelinha proposta que liga as criações dos 160 artistas: uma plataforma discursiva que estimulará leituras sagazes da relação entre estética e política. Ou seja, um campo fértil para a arte. “Chamar atenção para a arte é política. Até a arte que se pretende neutra é política. O tema alerta quão complexo é a discussão. A arte fala do mundo e o denuncia, o que não significa uma abordagem explícita, mas fusão entre linguagens”, conta Agnaldo.</span><span style="color:#333333;">Com 59 anos, a Bienal abriu as portas no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, do Parque do Ibirapuera, com pintura, escultura, desenho, gravura, cinema, arquitetura e tudo mais de tecnológico e experimental que compreende a arte contemporânea, seus vídeos-arte e instalações. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"> Agnaldo até prefere definir o planejamento como “desenho político”. E olhem que os rabiscos têm cores baianas, percebido pelo nome dos espaços dedicados à “celebração do encontro, bem sagrado e profano”, como clama. São seis Terreiros, com focos de atuação distintos, mas sintonizados de modo a se comportarem como palanque poético. Entre os nomes, tem o “dito, não dito, interdito”, “lembrança e esquecimento”, “o outro, o mesmo”, “a pele do invisível” e “longe daqui, aqui mesmo eu sou a rua”.   </span> </p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_525" class="wp-caption aligncenter" style="width: 211px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/singer-and-composer-caetano-veloso-wearing-p-04-parangole-cape-1-1964-artist-helio-oiticica.jpg"><img class="size-medium wp-image-525" title="Singer and composer Caetano Veloso wearing P 04 Parangole cape 1 (1964) - artist Helio Oiticica" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/singer-and-composer-caetano-veloso-wearing-p-04-parangole-cape-1-1964-artist-helio-oiticica.jpg?w=201&#038;h=300" alt="" width="201" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Caetano Veloso usa Parangolé &quot;Seja marginal seja herói&quot;, de Oiticica</p></div>
<p> <span style="color:#333333;"><strong>Arte?</strong>  O espaço público, tão usado por Barrio, também é explorado por graffitis, pichações e performances, como as do Coletivo Osso, de Salvador. No antes, as narrativas dos murais de Diego Rivera, no Palácio Nacional do México, as obras construtivistas de Tatlin, Rodchenko ou El Lissitzky, para a nova sociedade socialista; ou o Projeto de Arte Federal nos Estados Unidos, nos anos 1930, estão entre as obras indicadas por Alejandra Muñoz que tratam a relação entre arte e política em níveis mais explícitos. Ela impõe níveis por considerar que, panfletária ou discreta, toda arte é política, até mesmo as descompromissadas, “uma vez que a decisão de participar ou se omitir em qualquer processo cotidiano já é um ato político”<br />
Em 1960, certos panos coloridos e interligados – espécie de estandartes, capas ou bandeiras – curiosamente necessitavam de movimento para que a arte se tornasse visível. Eram os Parangolés, que Hélio Oiticica desenvolveu admirado pelo ritmo do samba. “O objetivo é dar ao público a chance de deixar de ser público espectador, de fora, para participante na atividade criadora”, descreveu Oiticica, à época.<br />
Em 1970, Inserções em Circuitos Ideológicos, de Cildo Meirelles, se apropriou das garrafas de Coca-Cola, inseriu a expressão “Yankees Go Home” e difundiu no mercado de consumo o maior símbolo norte-americano carregado de subversão. Na pesquisa Ondas do Corpo (1981), de Antonio Manuel, Meirelles comenta que o período não exigia o culto ao objeto, mas a provocação do corpo social. “A arte teria uma função social e teria mais meios de ser densamente consciente. E o papel da indústria é exatamente o contrário disso. Então as anotações sobre o projeto Inserções em Circuitos Ideológicos opunham justamente a arte à indústria”, narrou.  </span><span style="color:#333333;"> </span></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_526" class="wp-caption aligncenter" style="width: 233px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/tatlinbuilds.jpg"><img class="size-medium wp-image-526" title="tatlinbuilds" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/10/tatlinbuilds.jpg?w=223&#038;h=300" alt="" width="223" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Pós-revolução de 1917, o pintor, escultor e arquiteto ucraniano Vladimir Tatlin, ousou com a construtivista “Torre de Tatlin” (1920)</p></div>
<p><span style="color:#333333;"><strong>Política? </strong>&#8230;Desarticulação da linguagem. Para o arquiteto e artista plástico baiano Almandrade, estando o artista seguro dessa meta, a arte pode atender mais à coletividade que temas políticos desfalecidos de estética criativa e comprometimento histórico. O experimentalismo de Oiticica, as esculturas de Ligia Clark ou o ready made de Michael Duchamp, pioneiros do conceito contemporâneo de instalação, permitiram, a esses artistas, a “decisão do que é arte ou não é, mas sob muita responsabilidade”, diz Almandrade. Dos modos de reutilização de referências históricas “ é que se podem alterar os sentidos e te colocar dentro de certo impacto”, opina.</span></p>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Retrato de paisagem brasileira (1977) trazia, por exemplo, uma sequencia de cinco papéis fotográficos 18 x 24 cm, todos brancos, sustentado apenas pelo título. “A minha discussão inicial era uma relação com a linguagem visual, que tinha que ter uma legenda”. Mas, a obra foi além das paredes do MAM – BA, onde participava da exposição O sacrifício do sentido, e caiu em repercussão social. “Naquele momento de repressão, aqueles quadradinhos brancos chamavam atenção. Algo coisa que você não pode falar, entendeu? Eu não pensei diretamente isso, mas tinha a ver”, conta Almandrade, o autor.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;">Lógica do consumo, desenvolvimento sustentável, qualidade de vida, justiça social, políticas públicas e corrupção são abordagens que, segundo Alejandra, aguçam as criações desta era contemporânea. E, “esse eixo é o que espreme de modo mais abrangente a relação entre arte e política”, relata. Neles se confrontam valores artísticos, formas de relação com o público, noções de efemeridade, contextualização, conceitualismo e autoria. Entre os nós e desembaraços da linguagem, estética, conceito e história, para Muñoz, ainda é pertinente perguntar: “O que é arte hoje?”</span></div>
<div style="text-align:justify;"><em><span style="color:#333333;"> </span></em></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="color:#333333;"><em>Por Tatiana Ma. Dourado.</em> Esta matéria foi veiculada na edição de outubro do <strong>Jornal A Relíquia.</strong> </span><a href="http://jornalareliquia.blogspot.com/2010/10/artesentidolinguagemesteticasociedadede.html" target="_blank"><span style="color:#333333;">Confiram todas as matérias no site. </span></a><span style="color:#333333;"> </span></div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/522/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=522&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pelos Caminhos de Salvador</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 17:23:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se Salvador foi o maior centro urbano ao Sul do equador no século XVI – época em que foi coroada a capital do Brasil (1549-1763) -, compreende-se que os 25 mil habitantes devem ter circulado por paisagens bem diferentes que &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/09/16/pelos-caminhos-de-salvador/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=517&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_518" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/09/praca-da-se-02.jpg"><img class="size-medium wp-image-518" title="Praça da Sé 02" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/09/praca-da-se-02.jpg?w=300&#038;h=206" alt="" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Praça da Sé</p></div>
<p style="text-align:justify;">Se Salvador foi o maior centro urbano ao Sul do equador no século XVI – época em que foi coroada a capital do Brasil (1549-1763) -, compreende-se que os 25 mil habitantes devem ter circulado por paisagens bem diferentes que as da agora, tempo em que vivemos o ápice da massificação imobiliária e prevemos o verdadeiro colapso do trânsito.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Paisagens cordiais, ruas de paralelepípedos, construções coloniais – uns, com eira e beira, outros, sem eles, como de costume -, as tendências do barroco e do rococó na arquitetura religiosa, tudo isto recorte do cotidiano da história da cidade retratados na exposição permanente <em>Pelos Caminhos de Salvador</em>, no Museu Tempostal, Pelourinho.  Lá, o público tem acesso às 45 mil fotografias e postais fazem parte dos 40 anos de coleção do sergipano Antonio Marcelino de Nascimento (1929-2006).  Os bairros do Campo Grande, Barra e o Centro Histórico, obviamente, são agraciados  com um bom número de recordação. Tudo por imagem! Vale a pena!</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_519" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/09/rua-carlos-gomes-com-vista-para-baia-e-praca-castro-alves_cred-acervo-museu-tempostal_dimus-bahia.jpg"><img class="size-medium wp-image-519" title="rua carlos gomes com vista para baía e praca castro alves_cred acervo museu tempostal_dimus bahia" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/09/rua-carlos-gomes-com-vista-para-baia-e-praca-castro-alves_cred-acervo-museu-tempostal_dimus-bahia.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Rua Carlos Gomes com vista para Baía de Todos os Santos e Praça Castro Alves</p></div>
<p style="text-align:justify;">O acervo foi adquirido pelo Governo do Estado da Bahia em 1995 e, dois anos após, foi fundado o Museu Tempostal, que, aliás, fora batizado pelo próprio colecionador com esse nome. O espaço, administrado pela Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Dimus/IPAC), autarquia vinculada a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, apresenta, atualmente, três mostras de longa duração: “Bahia – Litoral e Sertão”, “Arquitetura religiosa na Bahia” e “Pelos caminhos de Salvador&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Visitação (gratuita): terça a sexta, de 10 às 18h. Finais de semana e feriados, das 13 às 17h.<br />
End.: Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho, Salvador<br />
Tel.: (71) 3117- 6382 </strong></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/517/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/517/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=517&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>exposições via telinha</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Sep 2010 18:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notas do mundo]]></category>
		<category><![CDATA[cora carolina]]></category>
		<category><![CDATA[era virual museus]]></category>
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		<description><![CDATA[Que as práticas sejam difundidas e que as possibilidades da “realidade” se propaguem em meio virtual aos quatro cantos do Brasil!!! Ora, quantas vezes você quis ver exposições de outras cidades para além das páginas de notícias? Aos poucos, a ERA &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/09/12/exposicoes-via-telinha/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=514&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Que as práticas sejam difundidas e que as possibilidades da “realidade” se propaguem em meio virtual aos quatro cantos do Brasil!!! Ora, quantas vezes você quis ver exposições de outras cidades para além das páginas de notícias? Aos poucos, a <strong><a title="Era Virtual Museis" href="http://www.eravirtual.org" target="_blank">ERA Virtual  - Exposições Virtuais de Museus Brasileiros</a></strong> te propicia o que hoje já não parece tão improvável: visitas guiadas em áudio, pela internet, a museus e exposições.  Serão 12 museus brasileiros até o fim do ano e a previsão é que, em 2012, estejam contemplados museus de todos os estados do país.</p>
<p style="text-align:justify;">“Cerca de 90% dos brasileiros nunca foram a galerias ou museus. Pensamos em uma maneira de registrar exposições impossíveis de ser remontadas e, principalmente, de estimular visitas reais a mostras permanentes”, contou Carla Sandim, produtora-executiva do projeto, à revista <a title="Revista Vida Simples" href="http://vidasimples.abril.com.br/" target="_blank">Vida Simples</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Por enquanto, os usuários já têm <a title="Exposições e Museus" href="http://www.eravirtual.org" target="_blank">seis opções para conhecer em três estados</a>. De Minas Gerais, o Museu de Artes e Ofício, o Museu do Oratório e o Casa Fiat de Cultura. Em Goiás, a Casa de Cora Carolina, criada em 1989 em Goiás Velho. E, em Santa Catarina, o Museu Nacional do Mar e o Museu Victor Meirelles. E mais seis, entre eles o Museu Casa Guignard (MG) e o Museu do Homem do Nordeste (PE), já estão no rol com o letreiro &#8220;em breve&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Tudo começa com um texto de apresentação. Depois, é só clicar em visitar.</p>
<p style="text-align:justify;">Pode começar na <a title="Casa de Cora Carolina" href="http://www.eravirtual.org/pt/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6&amp;Itemid=14" target="_blank">Casa de Cora Carolina</a>, ela te deixa bem à vontade! Ao som de um piano, a voz já falha da poetisa recebe o visitantea: “Nasci nessa velha casa, nessa velha idade de Goiás e nasci no século passado. Tenho comigo todas as idades e estou vivendo o melhor tempo da minha vida &#8211; tempo de paz, de tranqüilidade, de certezas, tempo em que não tenho nada e nada me falta. E não quero ter mais do que isso que você vê. Tudo isso me basta com sobra”, narra sobre as “mordomias”, em memória do tempo de moça da casa velha, em que não tinha colchão de mola na cama, batedores de frutas, os tais eletrodomésticos.</p>
<p style="text-align:justify;">Histórias da casa velha da ponte, da ponte velha sobre o rio Vermelho&#8230; A visitação de uma das mais importantes escritoras brasileiras (ela publicou seu primeiro livro aos 76 anos!), detalhista do cotidiano interiorano, é dividida em 20 partes, guiadas por setas interativas: cidade, ponte, casa, entrada, recepção, cronologia, corredor, acervo, varanda, cozinha, sala de escrita, quarto, honoris causa, homenagens, sala dos amigos, varanda jardim, bica, porão, jardim e pátio.</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><em>“Esta fonte é para uso de todos os sedentos.<br />
Toma a tua parte.<br />
Vem a estas páginas<br />
e não entraves seu uso<br />
aos que têm sede&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Cora Carolina</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/514/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/514/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=514&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>À espera de Tunga</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 23:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[exposições]]></category>

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		<description><![CDATA[À La Lumiere de Deux Mondes. À Luz de Dois Mundos. Confesso, falta um prefixo. Tunga: À Luz de Dois Mundos. Chegou a vez dele no Programa Quarta Dimensão promovido pela Diretoria de Museus, sob curadoria de Daniel Rangell, cujas &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/08/15/a-espera-de-tunga/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=509&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img src="http://d.i.uol.com.br/images/nota_tunga0929.jpg" alt="" width="200" height="240" /><p class="wp-caption-text">Tunga, força criativa da arte brasileira</p></div>
<p style="text-align:justify;">À La Lumiere de Deux Mondes. À Luz de Dois Mundos. Confesso, falta um prefixo. Tunga: À Luz de Dois Mundos. Chegou a vez dele no Programa Quarta Dimensão promovido pela Diretoria de Museus, sob curadoria de Daniel Rangell, cujas últimas exposições foram as dos artistas como <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/06/23/waltercio-caldas-no-palacete-das-artes/">Waltercio Caldas </a>e Mario Cravo Neto.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 2005, Tunga disse à AFP: “Ver minha obra exposta no Louvre me comove, evidentemente. Parece um sonho de infância, quando a gente fica diante dos mestres e aprende. De repente, a gente se dá conta de que não só aprende, mas também ensina. Isto é muito importante, sentir que há um momento na obra da gente em que se alcançou um nível que já se está maduro e pode deixar algo para os demais, deixar uma marca&#8221;.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 393px"><img title="Instalação de Tunga no Louvre, 2005" src="http://ps1.org/images/newspaper/large/Summer2007/tunga-louvre_17.jpg" alt="" width="383" height="274" /><p class="wp-caption-text">Instalação de Tunga no Louvre, 2005</p></div>
<p style="text-align:justify;">A Sala Contemporânea do Palacete das Artes Rodin Bahia, entre os dias 27 de agosto e 31 de outubro, será o espaço onde, pela primeira vez, À Luz de Dois Mundos será exposta no Brasil. Em 2005, a instalação do artista pernambucano estreou no Louvre e consolidou a expansão da arte contemporânea brasileira no mundo. Considerada uma exposição profética pelos críticos e pela própria equipe do Louvre, em 2007, ela residiu no PS1 do MOMA, considerado um dos espaços mais consagrados de exibição da arte contemporânea internacional.</p>
<p style="text-align:justify;">O público brasileiro, enfim, poderá desfrutar toda força criativa da mostra encomendada pelo Louvre, em Paris. E tem à disposição do processo de produção à repercussão – vídeos sobre as duas primeiras exposições (Louvre e Moma), além da apresentação audiovisual produzida pelo crítico Paulo Sérgio Duarte sobre a obra principal. E surpresas: quatro obras inéditas recheiam a expectativa do público brasileiro.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/509/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/509/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=509&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Instalação de Tunga no Louvre, 2005</media:title>
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		<title>O excesso gráfico de Evandro Sybine</title>
		<link>http://acasoarte.wordpress.com/2010/06/26/o-excesso-grafico-de-evandro-sybine/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jun 2010 15:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mariadourado</dc:creator>
				<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[exposições]]></category>
		<category><![CDATA[evandro]]></category>
		<category><![CDATA[excesso]]></category>
		<category><![CDATA[gravura]]></category>
		<category><![CDATA[gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[sybine]]></category>

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		<description><![CDATA[  Para a dissertação de Mestrado em Processos Criativos em Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFBA, Evandro Sybine não desgruda da gravura e a coloca no centro de discussão sobre os “excessos” contemporâneos. Assim, refaz todo o &#8230; <a href="http://acasoarte.wordpress.com/2010/06/26/o-excesso-grafico-de-evandro-sybine/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=503&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/06/expo_vando_044.jpg"><img class="size-medium wp-image-504      aligncenter" title="expo_vando_044" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/06/expo_vando_044.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Para a dissertação de Mestrado em Processos Criativos em Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFBA, Evandro Sybine não desgruda da gravura e a coloca no centro de discussão sobre os “excessos” contemporâneos. Assim, refaz todo o potencial da arte secular de representação de desenhos, pinturas e relevos, em composições até de cenários, que você pode conferir no salão principal da Aliança Francesa até 30 de junho. É para correr! Vamos descobrir os meandros da intenção artística de Evandro na entrevista abaixo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/06/expo_vando_032.jpg"><img class="size-medium wp-image-505  aligncenter" title="expo_vando_032" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/06/expo_vando_032.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">♣ <strong>acasoARTE</strong> <strong>&#8220;Imagens do Arruinamento: o excesso gráfico&#8221;, nome de sua exposição. Como a técnica se mistura com a sua ideologia artística e crítica de mundo?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sybine</strong> Com as técnicas da gravura artística, que na própria definição da palavra gravura significa a arte de gravar: traçar em metal e madeira, com instrumentos cortantes ou reagentes químicos criando matriz para cópias. O embate com a matéria plástica, da matriz geradora da imagem já é, para mim, uma construção através da destruição. Através deste processo de criação reflito sobre as experiências dos excessos de figuração da cultura em massa de nossa sociedade.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/06/expo_vando_029.jpg"><img class="size-medium wp-image-506    aligncenter" title="expo_vando_029" src="http://acasoarte.files.wordpress.com/2010/06/expo_vando_029.jpg?w=250&#038;h=300" alt="" width="250" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">♣ <strong>acasoARTE</strong> <strong>Como você trabalhou em relação às experimentações das linguagens? Quais as utilizadas? E como a gravura pode permanecer em destaque entre elas?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sybine</strong> Na exposição, as experimentações com a estampa estão desde a criação de um grande altar “O grande duelo” (título da obra), onde apresento 54 xilogravuras. Nele, a figura de um mesmo personagem foi criado em posições variadas, proporcionando uma grande dinâmica no olhar daqueles que observam a obra. A instalação “O Gráfico” foi uma vontade de criar a ambientação do universo gráfico de um gravador e impressor com a presença no espaço expositivo das matrizes, “provas de estado”, a máquina de imprimir e um vídeo, configurando os sentidos artísticos da gênese criadora no meu processo criativo. Tem também o livro-objeto onde a gravura dialoga com o seu parceiro histórico “O Livro”.</p>
<p style="text-align:justify;">♣ <strong>acasoARTE</strong> <strong>Quais as desconstruções e renovações resultaram este seu trabalho com as gravuras?</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Sybine</strong> Estão nos desdobramentos sugeridos no trabalho com a gravura artística, mostrando as possibilidades desta técnica e a sua configuração de categoria artística fértil para as experimentações plásticas e poéticas.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/acasoarte.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/acasoarte.wordpress.com/503/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=acasoarte.wordpress.com&amp;blog=10175615&amp;post=503&amp;subd=acasoarte&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">expo_vando_044</media:title>
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			<media:title type="html">expo_vando_032</media:title>
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